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Porto Alegre/RS

  • Sérgio Gualdi Ferreira da Silva Filho

3 coisas que você precisa saber antes de começar a inovar


Ao longo dos últimos 10 anos, tenho ajudado pequenas, médias e grandes empresas nos desafios inerentes à inovação, que é, sem dúvida nenhuma, um dos assuntos mais discutidos do momento. Porém, tenho visto muita dificuldade de as empresas tirarem as ideias da cabeça e colocarem em prática. Como diz o ditado: “o papel aceita tudo”. O mercado não!

Para dar o pontapé inicial em relação à inovação é necessário saber algumas coisas:

Inovação precisa de estratégia: muitas empresas optam por startar suas práticas de inovação sem qualquer embasamento ou contexto de negócio, associando a inovação ao ato de pensar fora da caixa, criar ideias malucas. Ideais que não sejam aderentes ao conceito estratégico pela empresa adotado são abandonadas! É de suma importância que haja um alinhamento entre a estratégia do negócio e as práticas de inovação, que também precisam de estratégia. A estratégia de inovação é o contexto, é a caixa para pensar e, à partir dela devem ser elaborados desafios de inovação que por sua vez serão o drive das sessões de brainstorming.

Inovação é um esporte coletivo: muitas organizações isolam um dito gênio criativo e iluminado em uma lúdica sala de inovação, repleta de brinquedos, frases de inspiração, post its e canetinhas coloridas, esperando que de lá saiam as ideias e projetos que salvarão a empresa de qualquer cenário negativo que se apresente no futuro. Sabe pra que isso serve? Pra nada! É uma raridade dar toda a responsabilidade criativa a uma única pessoa e conquistar resultado positivo. A inovação depende de diversidade, de pessoas que possuem modelos mentais diferentes e que podem gerar novas inspirações, novas ideias, novos conceitos.

Inovação é processo: dificilmente alguém terá aquela grande ideia de negócio em um simples “estalo cerebral”. E, mesmo se assim for, qualquer ideia colocada em prática hoje será obsoleta em um futuro não muito distante. As vantagens competitivas são cada vez mais frágeis. Contudo, se a empresa implementar um processo contínuo e sistemático com o objetivo de “fabricar” inovações essa prerrogativa se dissipa, pois quando uma das inovações for copiada pela concorrência, ela já terá algumas outras cartas na manga.

Inovar não é tarefa fácil, mas é algo perfeitamente possível, basta acreditar, planejar e começar a colocar em prática novas ações relacionadas ao tema. O trabalho é duro, mas o resultado é gratificante.

Até a próxima reflexão inovadora!

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